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O caso SawBill Bay. - Enigmas e Mistérios. F

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O caso SawBill Bay.




Segue a tradução integral de um relato publicado pelo jornal Steep Rock Echo, publicação interna da empresa STEEP ROCK IRON COMPANY, de Ontário, Canadá. A edição é de setembro de 1950 e seu editor, Mr. B. J. Eyton, afirmou não poder confirmar ou refutar a história narrada para o jornal da companhia por um funcionário anônimo. Ele publicou porque na época estavam sendo relatados vários casos de UFOs, avistados por muitas testemunhas:
"No anoitecer de 02 de julho de 1950, eu e minha esposa paramos nosso barco na areia de uma pequenina enseada em Sawbill Bay, onde tínhamos ido pescar. Havia penhascos nos três lados da enseada. Pequenas árvores e arbustos escondiam nós e nosso barco da visão de qualquer pessoa que estivesse no alto. Tínhamos lanche e uma garrafa térmica com chá e, como a noite chegava, pensamos em ir embora. De repente, o ar pareceu vibrar, como se provocado por ondas de choque das operações de explosão das minas de ferro locais. Porém, me lembrei de que as minas estavam longe demais para aquilo".
"Resolvi subir as pedras para tentar descobrir o que estava acontecendo, pois isso me daria uma vista privilegiada de toda baía. O que eu vi foi algo que, sem dúvida, jamais esquecerei. Eu estava pasmo com o que via. Quando espreitei através da fenda, tomando cuidado para não fazer barulho, pude ver na baía um grande objeto brilhante parado na água. Estava na curva do litoral, cerca de 400 metros ao longe, do outro lado de alguns estreitos. Desci a fenda e corri de volta para minha mulher. Ela estava assustada quando cheguei. ‘Que diabo é isso?’, ela perguntou. ‘Venha e veja o que vi’, eu disse, agarrando-a pelo braço. ‘E não faça qualquer barulho nem se deixe ver’. Eu a levei pela mão em direção à fenda. Ambos espiamos através dela. A coisa brilhante ainda estava parada na água. Pareciam dois pires, um de cabeça para baixo e em cima do outro".
"Nas extremidades estavam buracos como portinholas pretas, com cerca de 1,30 metros entre elas. Não podíamos ver a parte debaixo porque a base estava pousada na água ou perto dela. Na parte de cima havia o que pareciam ser escotilhas abertas e, movendo-se em sua superfície, estavam dez pequenas figuras. Elas pareciam estranhas. Girando devagar no centro e, cerca de 2,50 metros acima, estava um objeto em forma de argola. À medida que girava, para um ponto diretamente defronte de onde estávamos minha mulher e eu, ele parou e as pequenas figuras também pararam de se mover. Tudo agora parecia concentrado na pequena abertura pela qual estávamos olhando. Estávamos quase nos abaixando, pensando que aquelas figuras anãs poderiam ter-nos visto e dado o alarme, quando, no lado oposto da enseada, um veado apareceu, foi para a beira da água e permaneceu imóvel".
"Olhamos outra vez através da fenda na pedra. As pequenas figuras e o círculo antes giratório ficaram alinhados com o veado. Mas, agora, o círculo movia-se para esquerda. Nós nos abaixamos, contamos até vinte e demos outra olhada. A coisa estava girando e as figuras movendo-se, mas o veado não parecia incomodá-los".
"Era como se toda a máquina fosse resultado de um ponto central abaixo do raio circular. O operador era uma figura anã... diria que as figuras tinham de 1 metro a 1,33 metros de altura, e eram todas do mesmo tamanho. Não podíamos ver seus rostos... As figuras moviam-se como autônomos e não como seres vivos".
"Acima do peito delas, estava uma brilhante substância metálica, mas as pernas e braços estavam cobertos por algo mais escuro. Essas figuras não se voltavam. Elas apenas alteravam a direção de seus pés. Um dos anões levantou a extremidade ou bico de uma mangueira verde... E agora o ar zuniu em nota máxima ou vibração. Talvez a água estivesse sendo extraída pela mangueira, ou algo estivesse sendo injetado. Eu não sei se algo estava sendo extraído da água de Shawbill Bay".
"Quando olhamos pela fenda na pedra outra vez, descobrimos que todas as figuras haviam desaparecido e a máquina estava 2,60 metros acima, no ar. Notei que a água do lago, próximo ao local onde estava a coisa, estava matizada com uma combinação de vermelho-azul-dourado. O disco inclinou-se num ângulo próximo a 45 graus... Agora veio uma rajada de vento. Um clarão vermelho-azul-dourado, e ele se foi, na direção norte, tão rápido que meu olho não pôde segui-lo. Estava bem escuro agora. Decidimos dar o dia por encerrado, voltamos para o nosso barco e fomos para a baía onde o pires havia parado na água. Alinhei duas árvores para calcular seu tamanho, o qual, eu acho, era de cerca de 15 metros".
Interessante é o fato que temos um caso similar na casuística brasileira, onde figuras estranhas num objeto aéreo desconhecido pareciam estar manipulando uma espécie de mangueira sobre as águas. Repare o caso abaixo:
Por volta das 18:00 horas do dia 23 de março de 1978, em Guarujá (SP), João Inácio Ribeiro, com 47 anos na época, estava passeando na praia quando viu surgir do horizonte uma nave circular. João estimou que o objeto deveria ter uns 10 metros de diâmetro e parecia uma esfera de alumínio com luzes azuis, vermelhas, verdes e lilás. O objeto metálico possuía na parte superior uma espécie de cabine ou cúpula e abaixo três janelas circulares. Segundo ele, aquilo ficou imóvel a uns 80 metros da praia sobre o mar, não produzindo nenhuma agitação nas águas, embora estivesse próximo. Também não fazia ruído algum. Amedrontado, João viu aparecer dois seres baixos, de mais ou menos um metro de altura, que trajavam roupas colantes acinzentadas e andavam por cima do objeto. João relatou ainda que as criaturas eram calvas, possuíam boca e nariz pequenos e grandes olhos negros.
Um deles portava uma espécie de bastão, enquanto o outro segurava algo parecido com um aspirador, com um cabo e uma caixa preta embaixo. Eles operaram este aparelho, passando-o sobre a água do mar, por cerca de 10 minutos e ao final entraram na nave. No momento seguinte, o objeto decolou e se posicionou a 10 metros acima do nível do mar e, subitamente, mergulhou nele, sem produzir nenhuma turbulência, espuma ou ondas. Apenas se ouviu um barulho semelhante a um chiado. João Inácio Ribeiro foi embora assustado e comentou o caso em sua casa. Hoje ele está convencido que aquele objeto não era desse mundo.
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